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quarta-feira, 30 de agosto de 2017


BOMBA!BOMBA!BOMBA!
EMISSÁRIOS DO PREFEITO EMANUEL COMPRAM VEREADORES POR R$ 100 MIL. UM DELES, DESCONTENTE COM RECEBIMENTO DE "SÓ" R$ 60 MIL, GRAVOU TUDO, E AGORA QUER R$ 300 MIL (A VISTA) PARA NÃO DENUNCIAR PINHEIRO!

Desesperado, temendo ser "decapitado", o prefeito Emanuel Pinheiro (aquele da grana no paletó) montou uma "força tarefa" para impedir, a qualquer custo, a instalação de uma CPI na Câmara de Cuiabá. informações de bastidores dão conta de que a mala preta estaria correndo solta lá pros lados da" Casa do Povo.". Com isto,  vários vereadores teriam acertado receber valores, entre R$ 60, 70 80 e 100 mil, para votar contra a abertura de uma CPI para investigar o prefeito, que se expôs em rede nacional após encher os bolsos do paletó com propina paga por Silval Barbosa (PMDB). Em alguns casos, a compra de votos teria sido parcelada, em outros, os nobres parlamentares cuiabanos exigiram  receber à vista. O comentário é que uma das transações foi gravada - em áudio - por um vereador descontente com o desfecho da negociata, que ficou aquém do que ele queria  e do que ficou sabendo ter sido pago a dois outros colegas (SÓ R$ 60 MIL). Para não revelar o vídeo, teria cobrado R$ 300 mil de um emissário do prefeito.
NAS ROUBALHEIRAS DO DETRAN SILVAL BARBOSA LEVOU "RASTEIRA" DE MAURO SAVI


SILVAL E SAVI

Em sua delação, o empresário Antônio Barbosa, irmão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), afirmou que o deputado estadual Mauro Savi (PSB) teria "passado a perna" em Silval na suposta arrecadação de propina no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). Antônio Barbosa relatou que, antes de seu irmão ingressar no esquema, um servidor da Casa Civil afirmou que Savi dizia aos representantes da empresa envolvida no esquema que ele passava parte da propina a Silval. Porém, até então, o próprio governador disse a Antônio que sequer sabia do esquema. "Silval respondeu que ninguém estava repassando nada. A partir daí, Silval determinou que eu passasse a receber os valores oferecidos e encaminhasse a parte que cabia a Mauro Savi. Eu cheguei a receber umas duas ou três vezes repasses em dinheiro em espécie. Os valores recebidos foram de um total aproximado de R$ 210 mil”, disse Toninho.
BIOGRAFIA MANCHADA
SILVAL ACUSA WILSON DE "LEILOAR" CANDIDATURA A GOVERNADOR EM 2010

WILSON, SILVAL E MENDES DISPUTARAM O GOVERNO EM 2010

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB), em depoimento na Procuradoria Geral da República em maio deste ano, afirmou que o atual secretário de Cidades, Wilson Santos (PSDB), cobrou a quantia de R$ 10 milhões para "apoiá-lo" na reta final da campanha ao Governo de Mato Grosso, em 2010. Na ocasião, Wilson também disputou o comando do Estado contra Silval e o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB). Segundo o depoimento, Santos estava em terceiro colocado nas pesquisas, atrás de Barbosa e Mauro Mendes, com poucas chances de avançar ao segundo turno. Em setembro, mês que antecede as votações, Santos procurou Silval, que disputava a reeleição, por meio do então coordenador de campanha do tucano, o ex-senador Osvaldo Sobrinho (PTB). Os dois candidatos fizeram uma reunião no apartamento de Sobrinho, onde foi houve a proposta de acordo. Na ocasião, Wilson contou a Silval que havia sido procurado por Mendes. “No apartamento de Osvaldo Sobrinho, Wilson pediu para conversar sozinho com o declarante, quando indagou se gostaria de ganhar no primeiro turno ou correr risco de ir para o segundo turno; segundo Wilson Santos, o candidato Mauro Mendes estava o procurando a fim de que ele, além de apoiar Mauro Mendes se virasse contra o declarante, sendo mais ostensivo e agressivo, fazendo com que o declarante tivesse muitas chances de perder o pleito”, diz o trecho do depoimento. 

Segundo Silval, o tucano alegou que negociou apoio a Mauro Mendes pelo preço de R$ 10 milhões. Porém, ele teria decidido procurar Silval por “preferir” ajuda-lo. Wilson alegava que era adversário político de Mendes, com quem travou intensa disputa a prefeitura de Cuiabá em 2008, sendo que nesta eleição o tucano saiu vitorioso. “Segundo Wilson Santos, ele e Mauro Mendes estavam em uma tratativa no valor de R$ 10 milhões para que ele agisse de tal forma contra o declarante; segundo Wilson Santos, ele estava dando preferência aos declarantes, eis que para ele era melhor politicamente, haja vista que no ano de 2008 ele havia sido adversário político de Mauro Mendes, contudo, desde que fosse entregue o mesmo montante”, condicionou. Segundo Wilson, a proposta de Mauro consistia na "cessão" de suas lideranças, como prefeitos, que apoiavam o tucano para a campanha do socialista. Além disso, ele passaria a atacar o ex-governador no programa eleitoral e nos debates realizados no rádio e televisão. 

O ex-governador disse que não era possível pagar o valor pedido por Wilson e ofereceu R$ 5 milhões e, posteriormente, R$ 7 milhões ao adversário. Eles não entraram em acordo e combinaram de se encontrar em três dias. O encontro não aconteceu e Silval percebeu que dias depois, Santos passou a agredi-lo tanto em entrevistas, quanto em debates, deduzindo que ele havia firmado o acordo com Mauro Mendes. Apesar dos ataques fortes dos dois adversários, Silval conseguiu vencer no primeiro turno com uma pequena vantagem.
NINGUÉM ESCAPA!
LÍDER DE TAQUES NA AL-MT RECEBEU PROPINAS DE SILVAL

DILMAR, NA FOTO COM TAQUES, ESTÁ COTADO PARA ASSUMIR A SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE NO LUGAR DE CARLOS FÁVARO

O líder do Governo na Assembleia, deputado estadual Dilmar Dal’Albosco (DEM), é acusado de receber R$ 200 mil em dinheiro vivo de um empresário do ramo de revenda de combustíveis a pedido de Silval Barbosa (PMDB). Não há detalhes sobre a forma do repasse, nem data do pagamento, porém, os valores seriam referentes a “compra” de apoio de parlamentares da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) na gestão do ex-governador entre os anos de 2010 e 2014. A informação foi dada pelo próprio Silval em seu acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, no dia 9 de agosto de 2017. Até então em sigilo, Fux determinou na última sexta-feira (25) que os depoimentos sejam publicamente acessíveis. “O colaborador pediu ainda para Kaka repassar R$ 200 mil reais para o deputado estadual Dimar Dalbosco, para pagar os compromissos de propinas que o colaborador pagava para os deputados estaduais, não sabendo a forma com que Kaka repassou tal valor para o deputado”, diz trecho da delação.

“Kaká”, de acordo com Silval Barbosa, é proprietário do Posto Bom Clima, na rotatória de acesso a rodovia MT-251, que ficou responsável pelo pagamento a Dilmar Dal’Bosco e teria se beneficiado da compra de óleo diesel, da Petrobras, por valores abaixo do mercado. “O colaborador se recorda que a Petrobrás, em razão das execuções fiscais que tinha perante o Estado de Mato Grosso em vários processos, fazia depósitos de óleo diesel, que se fazia através da Sinfra, sendo que esse óleo diesel uma parte foi distribuída perante os municípios do Estado. Tem ciência o colaborador que o total de 2 milhões de litros foram depositados no posto de um empresário chamado Kaká (Posto Bom Clima), que vendeu o combustível de forma particular, não sabendo o valor que foi arrecadado de forma correta, mas sabendo que os 2 milhões de litros foram vendidos para Kaká por um valor um pouco abaixo do mercado”, diz trecho da delação.
ACUSADO POR IRMÃO DE SILVAL DE TRAMAR ASSASSINATOS, RIVA SE DEFENDE

TONINHO BARBOSA, IRMÃO DE SILVAL

JOSÉ RIVA

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso José Riva é acusado de ter planejado simular um atentado contra ele mesmo para incriminar falsamente o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e também os deputados Mauro Savi (PSB), Guilherme Maluf (PSDB) e Gilmar Fabris (PSD). Ele teria ordenado que, se preciso fosse, o motorista dele poderia ser morto na armação. O atentado só não foi consumado porque o "capanga" contratado para realizar o serviço conhecia Savi e revelou a ele a armação planejada por Riva. A acusação consta na delação premiada do empresário Antônio da Cunha Barbosa Filho, irmão do ex-governador, que foi firmada junto ao Ministério Público Federal (MPF) e homologada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). O delator apresentou uma gravação em áudio de uma conversa dele com o deputado estadual Mauro Savi, além de mensagens que ele recebeu pelo WhatsApp cujo teor revelam uma possível ameaça contra sua vida.

 Conforme Toninho Barbosa, como é conhecido, em abril deste ano, ele foi chamado por Mauro Savi até o apartamento do deputado, localizado no bairro Santa Rosa, em Cuiabá. Eles se encontraram em frente ao prédio e de lá subiram para o apartamento de Savi, que foi direto ao assunto, dizendo que tinha recebido uma mensagem via celular de uma pessoa que não se apresentou, mas relatou que tinha um amigo em comum com o parlamentar e que, no passado, Savi o teria ajudado por meio de um advogado que o tirou da cadeia. O remetente das mensagens afirmou que havia recebido uma encomenda do ex-deputado José Riva para simular um atentado contra ele mesmo. Metade do valor já até teria sido pago, segundo o anônimo. Conforme o remetente, José Riva teria dito que se fosse preciso, era para matar o motorista e jogar a culpa do atentado em Silval Barbosa e seu irmão Toninho, além dos deputados Mauro Savi, Guilherme Maluf e Gilmar Fabris. Segundo Toninho, Mauro Savi lhe contou que procurou o governador Pedro Taques (PSDB) e narrou a ele toda a história.

 A atitude de Taques teria sido a de chamar o secretário de Segurança Pública e determinar que “grampeasse, fechasse o cerco e botasse gente para seguir o Riva”. A conversa com Mauro Savi gravada, segundo Toninho Barbosa, com a finalidade de alertá-lo de que José Riva estaria “armando” contra eles. Mas ele conta que o deputado lhe contou o caso como se fosse algo já superado, pois o Estado já havia tomado providências. Já na noite do dia 24 de maio deste ano, Toninho Barbosa afirma que recebeu mensagens de WhatsApp de uma pessoa não identificada, que encaminhou para ele alguns prints de conversas com uma pessoa chamada de “Markim” e um terceiro não identificado. A conversa capturada em imagens tratava sobre a ordem de “passar fogo” em algum sujeito. Em seguida, o anônimo enviou a seguinte mensagem: “Olha a foto e veja quem é, se é dos seus” e, logo em seguida, enviou uma foto do próprio Antônio Barbosa, uma imagem que ele usou como sua foto de perfil no WhatsApp por algum tempo. Em conversa com o interlocutor anônimo, Toninho Barbosa questionou quem teria mandado “passar fogo” e a pessoa respondeu que era o “Riva”.

 O interlocutor também teria falado que repassou os mesmos prints para um amigo de Toninho, que seria deputado. Ele perguntou se esse amigo seria de Sorriso, pois imaginou que se tratasse de Mauro Savi e o interlocutor confirmou dizendo: “É”. Na noite seguinte, o mesmo anônimo, que Toninho salvou em seus contatos como “Ameaça”, entrou novamente em contato questionando se o irmão de Silval Barbosa teria conseguido “levantar alguma coisa” sobre o que havia informado. Em seguida, também relatou a Toninho Barbosa que "ele contratou um serviço e quis dar um tombo e aí deu um rolo e aí a turma sai fora, porém pode ser que ele contrate outros desconhecidos", avisou, dizendo que não havia aceitado executar o serviço, mas que o contratante Riva poderia pagar outros para fazer o atentado. "Ele tá desesperado e capaz de fazer qualquer coisa só não entendi o porque do seu nome na lista que tive acesso", teria dito o anônimo a Toninho.

 No dia 26 de maio deste ano, às 11h35, o mesmo interlocutor não identificado encaminhou outros prints para o irmão do ex-governador, imagens de conversas de WhatsApp travadas entre um contato denominado “José Riva” e um desconhecido, em que Riva diz ao interlocutor: Riva: “Preciso conversar com todos vocês”. E o interlocutor responde: “Conversar o que Riva” Riva: Precisamos conversar sobre o ex-governador e seu irmão e o Mauro e preciso antes dele sair da cadeia”. O interlocutor questiona: “É sobre aquele assunto”. “Perfeitamente estamos aguardando ao seu sim” Conforme a delação, a conversa entre o suposto Riva e o anônimo seguiu ajustando que um chamado “Ricardinho” estaria pronto para atuar. O interlocutor dizia que estava apenas aguardando a ordem, com linguajar de rádio como “estamos em QAP” e fazendo menção à armas, dizendo que tinha pistolas dos calibres ponto 40 e 380.

 O contato identificado como “Riva” teria dito ainda que “já conversei com o promotor e está tudo acertado”. Tendo o pistoleiro anônimo respondido: “Fechado”. Este também teria perguntado se era “pra sentar chumbo nele”, se referindo ao Antônio Barbosa, acrescentando que tinha uma relação de todos os lugares que ele e a família frequentavam. Em resposta, “Riva” teria dito que “se ele desconfiar acerta ele se não depois será mais dificil". Em seguida, teria dito que o mesmo valia pra o “Mauro”, ou seja, provavelmente se referindo ao deputado Mauro Savi. Ao final da conversa, o interlocutor identificado por Toninho como “Ameaça” mandou mais um print contendo dados do contato identificado como José Riva. No mesmo dia, já de noite, Antônio Barbosa prestou depoimento à procuradora da República, Vanessa Zago, e contou todo o caso à ela, dizendo que temia por sua vida e de sua família, principalmente pelo irmão Silval Barbosa, que à época ainda estava preso no centro de Custódia da Capital (CCC) e cuja delação premiada já era especulada pela imprensa. Segundo Toninho, por ter sido governador, vice-governador, presidente e primeiro secretário da Assembleia Legislativa, teria conhecimento da estrutura do Executivo e do Legislativo no Estado, ou seja “sabe demais” e que por isso temia pela sua vida.

  Outro lado

 Na manhã desta quarta-feira (30), o governador Pedro Taques confirmou ter sido procurado pelo deputado Mauro Savi e que determinou, na mesma hora, ao secretário de Segurança Pública Rogers Jarbas que apurasse o caso. Segundo Taques, é Rogers quem tem detalhes sobre as investigações. A reportagem entrou em contato com a assessoria de Mauro Savi e aguarda o posicionamento do parlamentar. Por meio de sua assessoria de imprensa e jurídica, o ex-deputado José Riva emitiu nota negando a acusação de atentar contra a integridade física e moral de qualquer pessoa. Afirmou que chegou a receber propostas desse tipo, mas que encaminhou tudo para o Ministério Público Estadual (MPE), que investiga o caso.

  Veja a nota na íntegra

 “Em virtude da matéria jornalística veiculada pela mídia local acerca de eventuais ilicitudes praticadas contra a vida de terceiros, a defesa de José Riva vem a público esclarecer que a integralidade de todas as conversas mantidas por meio do aplicativo Whatsapp, notadamente daquelas em que lhe foram oferecidos serviços escusos e ilegais, foram entregues em tempo real às autoridades e são objeto de investigação sigilosa por parte do Ministério Público de Mato Grosso. De toda sorte, em benéfico da ênfase, esclarece que jamais manteve qualquer tipo de contato com terceiros que envolvesse a integridade física ou moral de qualquer pessoa, nem mesmo através de ação controlada pelos órgãos investigativos do Estado do Mato Grosso". Rodrigo Mudrovisch, advogado de defesa de José Riva  (FONTE: GAZETA DIGITAL)
MAURO MENDES DESMENTE PEDRO TAQUES E CONFIRMA REUNIÃO EM SUA MANSÃO, COM A PRESENÇA DO CANDIDATO A GOVERNADOR, PARA PEDIR DINHEIRO A SILVAL BARBOSA
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 Ex-prefeito de Cuiabá disse que recebeu Silval Barbosa, Pedro Taques e Blairo Maggi em sua casa um mês antes das eleições de 2014 

MENDES E BLAIRO APOSTARAM TODAS AS FICHAS NA ELEIÇÃO DE TAQUES, EM 2014

A verdade começa a vir a tona . Não foi apenas uma única vez, uma só reunião. Foram várias delas, com Pedro Taques, humilde, prometendo a Silval Barbosa  parceria sem revanchismo, e tentando abastecer (de todas as formas) os CAIXAS II utilizados na sua eleição a governador. Nesta quarta (30), o ex-prefeito Mauro Mendes (PSB) confirmou ter  feito pedido de colaboração financeira ao ex-governador Silval Barbosa (PMDB) para a campanha do então senador Pedro Taques (PSDB) ao governo de Mato Grosso. Ele confirmou que participou de reunião, em sua casa (MANSÃO LOCALIZADA NO JARDIM ITÁLIA), cerca de 45 dias antes do início do período eleitoral, de 2014, com Pedro Taques, Silval Barbosa e Blairo Maggi (PP) para “discutir política” e fez pedido de ajuda para seu grupo político, no valor de R$ 20 milhões. “Tenho certeza do que fiz. Se fiz, não teve nada de ilegal. Recebi o Pedro Taques, Blairo Maggi e o ex-governador [Silval Barbosa] na caminha cada um mês, um mês e meio antes das eleições e discutimos política, sobre a candidatura do então senador Pedro Taques, numa conversa que durou cerca de uma hora, onde conversamos de tudo, incluindo a ajuda de campanha”, disse em entrevista à rádio Capital FM, nesta quarta-feira (30).
NÃO TEMOS RABO PRESO COM GOVERNO, ASSEMBLEIA, PREFEITURAS OU QUAISQUER OUTROS PODERES!
Colaboradores podem contribuir com denúncias,  apoio financeiro (mínimo que seja ajuda muito!) e críticas ligando para estes telefones:WHATSAPP (65) 98102 5658  e (65) 99266 8817.
"CAPANDO GARROTES"
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POLÍCIA FEDERAL BAIXA EM JUARA, MAS PREFEITA LUCIANE BEZERRA "PIRULITA" ANTES DA CHEGADA DOS HOMENS DE PRETO


PREFEITA E FAZENDEIRA, LUCIANE "BATEU ASAS"  DE MADRUGADA, NO DIA FATAL,  PARA "PARTICIPAR DE CAPAÇÃO DE GARROTES"... NÃO FOI ENCONTRADA NA FAZENDA!

FONTE: NOTÍCIAS DO NORTÃO

 Foi grande o reboliço aqui no Norte MT, bem antes dos primeiros raios de Sol clarear as moradias. A Polícia Federal chegou de surpresa  na manhã desta quarta-feira (30.08) na pacata cidade de Juara , mas, segundo uma das nossas fontes, não encontrou (por enquanto) a prefeita Luciane Bezerra que,  de acordo com funcionários da Prefeitura, ainda bastante assustados, se "pirulitou" de madrugada para sua fazenda, onde, disseram, participaria da capação de garrotes. 

Soube-se, posteriormente, que também não foi encontrada na fazenda. Discretos, os PFs não estiveram nem na Prefeitura e muito menos na fazenda da prefeita, supostamente alertados para  o fato de que o "bote" havia falhado.As imagens do vídeo divulgado em rede nacional em que a prefeita Luciane  toda “cheia de graça” enche a bolsa de dinheiro relativo a propinas do governo Silval Barbosa, revoltou a população de Juara (680 KM de Cuiabá), que se reuniu pela manhã na praça local para aplaudir a presença dos policiais federais na cidade, esperando que seja, segundo nossa fonte,  para colocar Luciane na prisão.
CANSADO DE "DESMENTIR"  VERDADE IMPOSSÍVEL DE SER DESMENTIDA, PEDRO TAQUES, ENFIM, CONFIRMA  REUNIÃO COM SILVAL EM MANSÃO DE ERAÍ MAGGI
 "Batemos um papo amigável, tomamos um cafezinho. Só isso!"

Abandonado aos ratos na prisão, esquecido pelo "amigos", Silval Barbosa abriu o coração, abriu o jogo, desnudou  imagens de muitos  "bons moços" para todo Brasil, ao revelar segredos antes mantidos a sete chaves. Mendes, Blairo, Taques, Eraí, estiveram sim reunidos com Barbosa  numa chácara na região do Manso. E não foi apenas para curtir a bela mansão à margem do lago, para tomar cerveja, beber uisque de primeira e se deliciar com churrasco, foi para  detonar a candidatura de Lúdio Cabral  a governador, que subia vertiginosamente nas pesquisas, preocupando  Pedro e seus financiadores. Nesta quarta, cansado de "desmentir" a revelação de Silval, o governador Pedro Taques (PSDB) confirmou que esteve reunido com Silval Barbosa (PMDB) na época da campanha eleitoral de 2014, mas refutou a acusação de que teria pedido cerca de R$ 20 milhões para ajudar nos custos do pleito. "Eu não vejo nenhum problema em 2 senadores e o prefeito se reunirem com o governador.  O Mauro intermediou, mas eu nunca pedi um centavo se quer para ele.  Resumindo: batemos um papo amigável, tomamos um cafezinho. Só isso!" Concluiu Taques.
E a tal imunidade?
PREFEITO PRESO EM MATO GROSSO


Prefeito de Jangada, Ederzio de Jesus Mendes (FOTO-PSB), o "Garrincha", foi preso na manhã desta quarta-feira (30), pela Polícia Civil, acusado de usar maquinário público em obra particular. Uma denúncia da Promotoria de Justiça de Rosário Oeste (128 km ao Norte) e apurada pela Polícia Civil levou a prisão o prefeito, o secretário municipal de Obras, Marcos Antonio Bernadino, e 2 funcionários municipais. Gestores vão responder por "apropriar-se de bens ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio", de acordo com decreto lei 201. A denúncia informava que o arrendamento do curtume Jangada, localizado em Acorizal (62 km ao Norte), estaria há mais de 30 dias utilizando irregularmente uma pá-carregadeira e a patrola da Prefeitura de Jangada, prejudicando obras em benefícios dos moradores do município, que havia pedido que o maquinário fosse empregado em uma comunidade rural e não foram atendidos, sem maiores explicações. Em averiguações, a Polícia Civil confirmou que as máquinas estavam sendo desviadas para o uso particular.

 O maquinário da Prefeitura de Jangada foi encontrado na área do curtume, localizado em Acorizal. No local, 2 funcionários Otoniel Firmo da Cunha, 29, e Deomar Rocha Azambuja, 47, trabalhavam no beneficiamento da área. Durante a abordagem, um dos funcionários informou que trabalhavam na área a mando do prefeito de Jangada, Ederzio. Outra máquina que era usada no local também foi confirmada pertencer a Prefeitura de Jangada. Diante do flagrante, a equipe policial liderada pelo delegado Walter de Melo Fonseca Junior, foi até a Prefeitura de Jangada, e deram voz de prisão ao secretário de Obras do município, Marcos Antonio e ao prefeito Garrincha. Os funcionários Otoniel e Deomar foram autuados em Acorizal e o flagrante do prefeito e do secretário lavrado neste momento na Delegacia da Polícia Civil de Jangada. Maquinários estão apreendidos e trancados no arrendamento do curtume Jangada e passarão por perícia. As máquinas devem retornar ao município de Jangada, para emprego em obras públicas.
DEVASSA NO GOVERNO PEDRO TAQUES
 MPE PEDE AJUDA FEDERAL PARA COLOCAR GOVERNADOR NA CADEIA 

AO TUCANAR, TAQUES ESCANCAROU COFRES DO GOVERNO PARA "MARACUTAIAS"

FONTE:NORTÃO NOTÍCIAS

 A humilhação pública sofrida pelo procurador Mauro Zaque (ex-secretário de Segurança Pública) custará caro ao governador Pedro Taques. Fontes ligadas ao Ministério Público e Judiciário apontam a existência de um baú de provas capaz de levar o proeminente tucano à cadeia. E não se trata de coisa pequena, "arraias miúdas". Pelo contrário, envolve FIGURÕES EMPLUMADOS e desvio de centenas de milhões de reais que, por lógica, deveriam abastecer cofres do tesouro, serem usados no pagamento do funcionalismo, em obras, benefícios para população carente.

Tão bombásticas as provas documentais sigilosamente levantadas pelo MPE via investigação em diferentes pastas do Governo Taques, que os procuradores estaduais acharam por bem concretizar uma parceria com a Procuradoria Geral da República e, via federais, desnudar de vez a imagem de "bom moço", de "homem santo" de José Pedro Taques, o rapaz que se orgulhava de ter colocado o poderoso comendador João Arcanjo na prisão.

Contas paralelas (em nome de "laranjas"), caixas II, utilização de agiotas e "grandes" empresas de fachada, foram  alguns dos métodos usados por membros do  governo para cumprir acordos escusos e ter dinheiro vivo ao dispor, sempre que preciso. São tantas as fontes de arrecadação que, segundo revelação de um procurador atuante nas investigações a uma de nossa fontes  "não há controle preciso de tudo que entra e sai dos caixas do Tesouro, diariamente. E os métodos usados para desviar, subtrair dinheiro público, estão cada vez mais sofisticados"

Conforme a mesma fonte, ao assumir o governo Pedro Taques tentou reverter o quadro, moralizar a  gestão pública, servir de modelo para novas gerações, "mas foi vencido pelos vícios enraizados na política  e empresariado regional. E piorou, pirou de vez  ao se filiar ao PSDB, colocando no comando de importantes secretarias pessoas indicadas por chefões partidários (não apenas do seu novo partido), acostumados a roubar dinheiro público escapando ilesos a qualquer tipo de punição". Concluiu.

terça-feira, 29 de agosto de 2017




BLAIRO CHOROU ARREPENDIDO, TARDE DEMAIS!
DOSSIÊ CABELUDO DETALHANDO RABOS, ROMBOS E FAÇANHAS NEBULOSAS DE EDER MORAES FOI ENTREGUE AO GOVERNADOR EM 2004, MAS ELE IGNOROU ALERTAS


Em 2010, ao ser cobrado pelo empresário e agiota  Júnior Mendonça e, na sequência,  chorar nos braços de Silval Barbosa, pedindo ao seu sucessor para pagar uma dívida de R$ 17 milhões contraída por Éder Moraes para pagar "acertos" no seu governo, Blairo Maggi, já senador eleito, percebia enfim a enrascada em que tinha se metido. E não foram poucos os  alertas, os avisos de pessoas que conheciam a fundo a inteligência  do "Homem Bomba", voltada para o bem ou para o mal, dependendo do andar da carruagem. 

O então governador Blairo Maggi foi avisado em 2004 quem era Eder Moraes, mas, preferiu ignorar as informações e nomeou Eder na MT Fomento em sua primeira gestão como governador do Estado. Eder Moraes começou no governo Maggi como “renegociador” da dívida do Estado -, em seguida, foi nomeado presidente da MT Fomento. E daí em diante, começou sua ascensão no governo de Blairo Maggi, que chegou a ser considerado “supersecretário” ou "homem forte do governo Maggi". 

 À época, o então motorista de Luiz Antônio Pagot, falecido Armando, irmão da ex-chefe de gabinete de Blairo, Generosa, conhecida como Gê, entregou um dossiê para o secretário da Casa Militar, à época, coronel Valter de Fátima, relatando todos os casos envolvendo Eder Moraes.

 Valter apurou as denúncias, constatou que eram verídicas, desde o desfalque no BiCBANCO até um “calote” no falecido desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Ernani Vieira, que não quis tornar público, conforme constava no dossiê. Logo após as investigações, o secretário da Casa Militar entregou o dossiê ao chefe de Gabinete de Blairo Maggi, também à época, Eumar Novacki e a denúncia não deu em nada, pelo contrário, algumas pessoas foram perseguidas por conta deste episódio, inclusive, o coronel Valter de Fátima, que no final de 2004 deixou o governo, e era ignorado por Eder. 

 Hoje, o choro de Blairo Maggi por ter se envolvido com Eder Moraes é fruto de uma escolha que fez no passado. Deixou de acreditar em pessoas simples, porém honestas e preocupadas com o governo que preconizava “novos paradigmas” na gestão pública.
DEPUTADA CEDEU A PRÓPRIA MANSÃO PARA COLEGAS PARLAMENTARES RECEBEREM PROPINAS DE SILVAL 

Luciane, guardando R$ 100 mil na bolsa

 A prefeita de Juara, Luciane Bezerra (PSB), na época em que foi deputada estadual representando nossa região, cedeu a própria mansão em bairro nobre de Cuiabá para ser um dos locais para pagamento de propina em favor dos colegas deputados estaduais, relativos ao acordo feito com o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), de retornos das obras da Copa, por meio do MT Integrado. A informação consta no acordo de delação premiada firmado por Silvio Correa Araújo, ex-chefe de Gabinete de Silval. Luciane foi gravada recebendo dinheiro, e citada nas delações de Silvio e Silval. Mesmo assim, nega tudo.
25 FIGURÕES NA MIRA DA POLÍCIA FEDERAL E COM PRISÕES JÁ ENCAMINHADAS NO ESTADO



FONTE: CORREIO DA CAPITAL

Para assegurar a ordem pública em Mato Grosso, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a prisão preventiva de 25 pessoas citadas na delação premiada do ex-governador, Silval Barbosa (PMDB). As petições  foram encaminhadas ao juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal.  Até mesmo alguns com "foro privilegiado" estão encabeçando o listão, a exemplo do que ocorreu no Rio de Janeiro, no Amapá e outros estados, onde conselheiros, prefeitos e deputados foram engaiolados pela PF.  As prisões foram pedidas sob  argumento de que os vídeos estarrecedores, entregues por Silval ao MPF, onde agentes públicos aparecem embolsando propina, causam indignação e podem incentivar novas práticas criminosas no estado, sem que haja uma intervenção da Justiça.
ALDO LOCATELLI, AGIOTA E CHEFÃO DA MÁFIA DE COMBUSTÍVEIS, DISPOSTO A REVELAR OS "ATALHOS" USADOS POR PEDRO TAQUES PARA ABASTECER "CONTAS PARALELAS" NO GOVERNO


FONTE:NOTÍCIAS DO NORTÃO

Não há informações certas sobre o paradeiro do empresário Aldo Locatelli (combustíveis, agiotagem e transporte de cargas), desde que rompeu com o governador Pedro Taques, em Mato Grosso. Há boatos de que esteja preso no Paraná, por suposto mando de dois crimes de pistolagem. O fato ainda não teria sido noticiado naquele Estado, muito menos em  Mato Grosso. E os boatos vão além. Descoberto na cadeia, o chefão Aldo Locatelli teria contactado membros do Ministério Público Federal para fazer uma delação premiada contra o governador de Mato Grosso, José Pedro Taques, que estaria lhe devendo uma fortuna em dinheiro, por conta de empréstimos pessoais e fornecimento de combustíveis.

 Locatelli, conforme fonte do "Notícias do Nortão", teria revelado aos procuradores federais os bastidores de uma teia de corrupção no Estado, envolvendo, principalmente, o uso de agiotas para abastecer contas paralelas, ocultas aos registros governamentais, e usadas para pagamentos "extra-oficiais", compra de votos de parlamentares estaduais, acertos com empresários da comunicação regional, compra de imóveis, viagens  e farras. Resumindo: uma fonte permanente de dinheiro vivo, a disposição de setores do governo para uso de acordos escusos, fora do alcance do MPE e outras camadas fiscalizadoras. 

 Apontado como chefão da Máfia de Combustíveis em Mato Grosso, com redes de postos espalhadas em outros estados da Federação, Locatelli investiu pesado na eleição de Pedro Taques para governador de Mato Grosso, com a promessa de ser recompensado futuramente. Consta, segundo desabafos do próprio Locatelli a amigos mais chegados, sendo um deles o ex-senador Antero Paes de Barros, que o empresário teve suas projeções frustradas ainda no primeiro ano do mandato de José Pedro. Mesmo assim aguentou calado, só explodindo agora, em 2017. 

 Consta ainda que, para receber parte de uma dívida estimada em cerca de R$ 60 milhões, Locatelli foi abrigado a se desfazer de uma rede de emissoras de rádio e TV que formavam o Grupo Pantanal (interior e capital), hoje, misteriosamente, nas mãos do Grupo Gazeta, de Dorilêo Leal. 

Locatellki teria ameaçado usar seus veículos para detonar o governo. Um listão de empresários agiotas encabeçado por Fernando Mendonça, Rômulo Botelho e os irmãos Pires de  Miranda, entre outros, já estaria engatilhado para ser entregue ao MPE. Foi convencido a esquecer tudo, se desligar da área de comunicação, caso quisesse manter a amizade com o governador, receber a dívida e continuar usufruindo das benesses governamentais. 

Concordou, recebeu parte do 60 milhões, mas perdeu o contato com o amigo Pedro Taques, bem como os novos acertos. Daí a razão do seu desabafo ao classificar  o governador  como: "CALOTEIRO E TRAIDOR", entre outros adjetivos para com  um cidadão honesto que, em 2010, contava com sua admiração, dinheiro e lealdade para se eleger senador da República.
MISTERIOSAS E ANTIGAS LIGAÇÕES DO GOVERNADOR PEDRO TAQUES COM MAFIOSOS DA AGIOTAGEM E DA "CARNE FRACA" 


O governador Pedro Taques, dias atrás, se gabava da JBS/Friboi ter negociado rapidamente acordo para devolver ao Tesouro quase R$ 400 milhões. O acordo foi após a entrada em cena do grupo de recuperação de dinheiro roubado (CIRA), comandado pelo Ministério Público (MPE). Após isso, Taques foi intimado a se explicar na justiça, por ter feito essa negociação das pendências financeiras da JBS/Friboi, e em troca livrar a empresa de operações policiais, em acordo com o MPE. MT deveria arrecadar R$ 2,5 bilhões com seu rebanho bovino de mais de trinta milhões de cabeças, mas não chega a R$ 1 bilhão, em um negócio comandado pela JBS/Friboi em MT. O acordo entre a empresa e o governo poderia ter sido melhor, e o juiz do caso, Luís Aparecido Bortolussi Júnior, também estranhou a pressa e ausência de documentos. Mas tudo faz sentido: De acordo com o TRE, Wesley Batista, dono da Friboi e sócio de Fernando Mendonça na Global Participações doaram respectivamente R$ 100 mil e R$ 230 mil reais para a campanha de Taques somente em 2010, correspondendo a 30% de tudo que ele recebeu para se tornar senador. A Global, por sua vez, é investigada pela PF por ser uma das empresas usadas no esquema para lavagem de dinheiro encabeçado pelo empresário Júnior Mendonça, dono da Amazônia Petróleo, da Global Fomento e pivô da Operação Ararath.

Amigo e doador de campanha do governador, Mendonça é visto em festas em Duabai e circula livremente mesmo após todos os crimes. A venda de parecer do Ministério Público para a empresa a pedido do governador foi algo inédito no País, já que é a primeira vez, na República, que uma empresa pagou para não ser investigada, ou ter a investigação sobre si cessada, bem como o perdão dos crimes cometidos. A dúvida do juiz que não aceitou isso, e da sociedade em geral é se esses R$ 376 milhões pagos pela JBS entraram 100% no Tesouro. Fontes informaram que um amigo e protegido de Taques, estaria trabalhando como executivo na JBS em São Paulo, onde foram realizados alguns encontros. O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal, denunciaram à Justiça a existência de um forte vínculo entre o presidente executivo do grupo JBS Friboi, Wesley Batista, e uma rede criminosa que atuava no ramo de agiotagem, financiamento ilegal de campanhas eleitorais e lavagem de dinheiro desviado de cofres públicos em Mato Grosso. As suspeitas de envolvimento da multinacional de carnes em operações ilegais no mercado financeiro e no submundo da política surgiu com o aprofundamento da chamada “Operação Ararath”, comandada pela procuradora da república, Vanessa Scarmagnani. A operação desmontou um esquema de agiotagem, lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos e corrupção em Cuiabá, capital de Mato Grosso, que teria movimentado mais de R$ 500 milhões nos últimos anos. A empresa investigada de corrupção financiou toda a carreira política de Pedro Taques, desde que ele concorreu ao senado, e foi uma das maiores doadoras da sua campanha vitoriosa ao governo de MT.
TENTÁCULOS DA MÁFIA QUE "AUXILIA" PEDRO TAQUES A GOVERNAR MATO GROSSO




O  propinoduto envolvendo os irmãos Botelho (Eduardo, deputado estadual e Rômulo, empresário nos ramos de agiotagem, distribuidoras, construção civil, transportes, etc., etc., todos em sociedade com o mano político), é largo, volumoso, infinito, e vem desde governos anteriores, incluindo os últimos Blairo e Silval, ganhando força maior no de Pedro Taques (PSDB), com a eleição de Eduardo Botelho (TAMBÉM DO PSDB) a deputado estadual e, consequentemente, presidente da AL-MT.

 Não há confirmação oficial para o fato, mas fontes do "Notícias do Nortão" apontam que a eleição de Eduardo Botelho para a presidência da Al teria custado R$ 35 milhões, ou seja, mais que o dobro da que deu a vitória a chapa Maluf/Nininho, na mesa anterior. Assim como não há formas de precisar o montante dos acertos financeiros envolvendo o governo Pedro Taques e os irmãos Eduardo/ Rômulo Botelho, que, segundo especuladores, ultrapassa R$ 150 milhões semestralmente.

 De qualquer forma, Conforme noticiado pela imprensa da Capital, recentemente, por conta de pendências do governo para com seu conglomerado empresarial (MAIOR PARTE DAS EMPRESAS EM NOME DE LARANJAS - distribuidoras de combustíveis, alimentos, materiais gráficos e informática, construtoras, transportadoras, empresas de ônibus, consultorias e prestadoras de serviços), cujos valores atrasados a receber ultrapassavam R$ 25 milhões, o deputado Eduardo Botelho ameaçou rompimento com a gestão Pedro Taques e, consequentemente, desengavetar processos que pedem pela cassação do seu mandato.

 A pendenga durou menos de 5 dias. Com a pressão recebeu parte das dívidas e na sequência já posava abraçado com o "amigo governador". (NOTÍCIAS DO NORTÃO)
COM MEDO DE SER VAIADO, APEDREJADO, LINCHADO, GOVERNADOR FOGE DE MUTIRÃO EM RONDONÓPOLIS 


FONTE: TRIBUNA DO ARAGUAIA

No último sábado (26) o governador Pedro Taques desembarcou na cidade de Rondonópolis, mas não saiu do aeroporto Maestro Marinho Franco, após ser aconselhado por seus seguranças a não comparecer a um evento popular  onde uma turba de manifestantes o aguardava com ovos podres, tomates e até pedregulhos. Pegou de volta o mesmo avião, dando como desculpa aos organizadores o imprevisto de uma importante reunião de última hora com auditores do TCU (Tribunal de Contas da União), vindos de Brasília unicamente para tal agenda de serviço, em Cuiabá. Isto em pleno sábado. E por conta disto, José Pedro Taques foi o grande ausente na segunda edição do mutirão da Justiça Comunitária. Taques, que teve a presença anunciada com grande pompa (carros de som) durante toda semana, mas no sábado, já em Rondonópolis, desistiu de participar do evento. Só para recordar, em maio último o governador surtou após ser estridentemente vaiado  e escorraçado na mesma cidade, tendo que sair sob escolta policial de um evento na UNEMAT. Já este último mutirão comunitário foi organizado pela Justiça Estadual em parceira com a Prefeitura de Rondonópolis, oferecendo dezenas de serviços para moradores da região do Parque Universitário e bairros vizinhos.

O NOVO BANQUEIRO ERA CHEFE DA QUADRILHA MONSTRUOSA






FONTE: O GLOBO


Ministro da Agricultura, Blairo Maggi acaba de ingressar no restrito clube dos donos de casas bancárias. Ele ganhou do governo Michel Temer autorização para operar um banco comercial em Cuiabá, sede das empresas agrícolas, de navegação e de energia que renderam à sua família um patrimônio de R$ 14 bilhões, equivalente a 25% do Produto Interno Bruto de Mato Grosso. Natural para um bilionário. Exceto pelo fato de que o novo banqueiro está sendo investigado por lavagem de dinheiro e corrupção em negócios públicos, usando bancos privados como Daycoval, BicBanco, BMG e Rural (em liquidação). Na quinta-feira 10 de agosto, o Banco Central permitiu-lhe a abertura do Banco Amaggi S.A. Isso aconteceu 72 horas depois de Maggi ter se mobilizado no Supremo Tribunal Federal por informações sobre inquéritos nos quais é personagem. Tropeçou no segredo de justiça, só levantado na última terça-feira, 22.

CHEFE DA QUADRILHA

 Ele é retratado nos autos como líder de um “ecossistema delitivo” no Mato Grosso durante década e meia. Foram pagos quase R$ 1 bilhão em subornos no Executivo, Legislativo e no Tribunal de Contas durante seu governo (2003 a 2010), de Silval Barbosa (2010 a 2015) e de Pedro Taques (desde 2016). Documentos, gravações e 150 confissões mostram um histórico de corrupção em contratos de obras — muitas inacabadas; no socorro a vítimas de enchentes; na saúde e até na distribuição de óculos a pobresA propina fluía em dinheiro vivo; créditos falsificados; incentivos; promissórias, e até em barras de ouro. Pagava-se pela “governabilidade, alimentando o ‘sistema’ montado na gestão Blairo e herdado dele, com seu conhecimento e atuação ativa” — contou Silval Barbosa, ex-governador.


POLÍTICO SEM CULPA

 Maggi ganhou um mandato de senador, do qual se licenciou para ser ministro. Integra o partido Progressistas, antigo PP, recordista em investigados por corrupção (32) na Lava-Jato. Um deles, o senador piauiense Ciro Nogueira, leva o nome do ministro-banqueiro no bolso como moeda para a disputa presidencial de 2018. Maggi, 61 anos, é um empresário que aprendeu a vestir o figurino do político sem culpa. Em 2004 governava Mato Grosso quando ocorreu desmatamento recorde da Floresta Amazônica. “Um aumento de 40% no desmatamento não significa nada” — disse ao jornal “The New York Times”, acrescentando: “Não sinto a menor culpa sobre o que fazemos aqui.” Acabou premiado com a Motosserra de Ouro, do Greenpeace.

 FAÇAM COMO QUEREM

 Sábado passado, em Esteio (RS), o ex-governador explicou como via a corrupção em Mato Grosso: “Quando me elegi, algumas lideranças da Assembleia me procuraram. O governo anterior fazia repasses para que pudessem ter uma complementação de salário ou coisa parecida (…) Disse a eles que colocassem tudo que tinham necessidade dentro do seu orçamento, que o governo passaria para o orçamento do Legislativo, que eles que administram: ‘Façam como querem, do jeito que querem, e da maneira que podem fazer.” Simples assim, como o sorriso quase ingênuo do ministro, banqueiro noviço, olhos apertados no rosto arredondado, papada distendida sobre o colarinho azul imaculado. (29 de agosto de 2017 José Casado/O Globo)
Lucimar: "Taques é o nome 100% certo para governar MT por mais quatro anos" 

 A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), afirmou que o governador Pedro Taques (PSDB) é um nome "100% certo para governar Mato Grosso" por mais quatro anos. Para a democrata, Taques está transformando o processo educacional e investindo no Sistema Único de Saúde (SUS). A gestora também destacou a construção de escolas e pavimentação de rodovias. "Eu tenho certeza que o senhor [Pedro Taques] estará brilhando no cenário estadual, não só para agora, mas também para um próximo [mandato]. Nós precisamos saber para quem votar, não podemos votar por aquele que fala bonitas palavras e não faz nada. Nós temos que saber votar para aquele que faz, para aquele que nos honra", disse. A chefe do Executivo Municipal lembrou também que, no mês de setembro, a reforma e ampliação do Pronto Socorro de VG deverá ser entregue para a população. Lucimar destacou que para ser considerado um bom político é preciso ser "honrado, transparente, mostrar lealdade com os eleitores e fazer sempre o melhor". "Um bom político não se mede só pelas suas palavras. O político tem que ser honrado. Por isso, eu quero agradecer ao governador Pedro Taques, pelas imensas obras que ele tem nos proporcionado. Pelas ações que nós estamos podendo ter na nossa saúde da Várzea Grande", finalizou a prefeita. (FONTE: HIPERNOTÍCIAS)
NÃO TEMOS RABO PRESO COM GOVERNO, ASSEMBLEIA, PREFEITURAS OU QUAISQUER OUTROS PODERES!
Colaboradores podem contribuir com denúncias,  apoio financeiro (mínimo que seja ajuda muito!) e críticas ligando para estes telefones:WHATSAPP (65) 98102 5658  e (65) 99266 8817.
Brutamontes contratados para matar!
PREFEITO EMANUEL PINHEIRO DÁ FOLGA A GIGANTES COMISSIONADOS PARA BATER EM MORADORES QUE PEDIAM SUA CABEÇA NA CÂMARA DE CUIABÁ

 Cerca de 300 manifestantes se reuniram na porta da Câmara Municipal de Cuiabá na manhã desta terça-feira (29) para protestar contra o prefeito Emanuel Pinheiro, que foi flagrado enchendo os bolsos do paletó com maços de dinheiro recebido do ex-chefe de gabinete de governo Sílvio Cézar Corrêa Araújo, durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). O escândalo veio à tona por meio de um vídeo gravado por Sílvio Cézar, que, juntamente com Silval, firmou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, o que já foi homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. O caso indignou a população e uma pequena parte dos vereadores, que querem a cassação do prefeito e exigem dele explicações, que deveriam ser dadas nesta manhã, durante sessão do Legislativo municipal. No entanto, os manifestantes não conseguiram entrar no Plenário da Câmara porque inúmeros  servidores municipais, principalmente comissionados, foram liberados pelo prefeito para irem até a Câmara demonstrar apoio a ele e encher o espaço do plenário, não sobrando espaço para os opositores. Por conta disso, houve bate-boca e momentos de tensão na porta do órgão público, quando brutamontes comissionados contratados por Emanuel chegaram a desferir murros e ponta-pés contra os moradores que insistiam em entrar no recinto.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

E AGORA, JOSÉ?
FEDERAIS INVESTIGARÃO GOVERNADOR PEDRO TAQUES E DEPUTADO  NILSON LEITÃO POR ROUBALHEIRAS EM MATO GROSSO 

 Após empresário Alan Ayoub Malouf, dono do Buffet Leila Malouf, ter declarado em depoimento na 7ª Vara Criminal de Cuiabá que operou o esquema na Secretaria de Educação do Estado (Seduc) a pedido do governador José Pedro Taques (PSDB), o Ministério Público do Estado (MPE) requereu o compartilhamento das provas com a Procuradoria-Geral da República (PGR), para que também investigue o caso. O motivo é que o governador é detentor de foro por prerrogativa de função. O pedido do MPE foi feito no último dia 3, à juíza Selma Rosane Santos Arruda, da 7ª Vara Criminal, pelos promotores do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) Rodrigo de Araujo, César Danilo, Carlos Roberto, Marcos Bulhões e Samuel Frungilo. “Tendo o réu Alan Ayoub Malouf alegado em sua defesa/confissão que agiu a pedido do governador do Estado de Mato Grosso, José Pedro Gonçalves Taques, bem como mencionou de forma comprometedora o deputado federal Nilson Leitão, o Ministério Público de Mato Grosso requer o compartilhamento de provas com a Procuradoria-Geral da República, para as providências que entender pertinentes” , diz trecho do pedido.

Além de acusar Taques, Malouf mencionou o deputado federal Nilson Leitão (PSDB), responsável por indicar o ex-secretário de Educação, Permínio Pinto, para o cargo em que permaneceu até ser preso durante a Operação Rêmora, que foi deflagrada em maio de 2016 para apura fraudes em processos licitatórios praticadas por uma quadrilha composta por então servidores da Seduc e empresários. Os crimes, conforme as investigaçõe, foram cometidos entre 2015 e 2016. Com o compartilhamento de provas, a Procuradoria-Geral terá subsídios para dar início a um possível processo contra Taques, que já prestou informações sobre a operação no dia 4 de maio. Na ocasião, Taques apontou equívocos no depoimento do empresário. Como forma de “recuperar” a doação, ele afirma ter ingressado no esquema na Seduc para receber parte da propina que era paga por empreiteiros que queriam tocar as obras da Educação. Além disso, confirmou ter recebido de volta R$ 260 mil de forma parcelada.

O dinheiro teria sido entregue na empresa dele e, em outra ocasião, na sua casa. Em depoimento prestado em junho, Malouf afirmou que ajudou Taques a angariar recursos para a sua campanha ao governo do Estado, em 2014, a pedido do próprio Taques. Ele confirmou que foi o coordenador financeiro da campanha e disse que fez uma doação de R$ 2 milhões que não foi declarada à Justiça, ou seja “caixa 2”. Alan Malouf é apontado como um dos líderes do esquema que também teria como beneficiário o deputado Nilson Leitão, nome que era sempre citado quando se referiam ao ex-secretário Permínio. Malouf chegou a ser preso por envolvimento nas fraudes, durante a 3ª fase da Operação Rêmora, mas deixou a prisão e hoje é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.
NEBULOSOS CAMINHOS DA FORTUNA OCULTA QUE CONDUZIU TAQUES AO PALÁCIO PAIAGUÁS!
 SILVAL BARBOSA USOU R$ 4 MILHÕES EM PROPINAS DA JBS PARA ABASTECER CAIXA II DE PEDRO TAQUES 

 Em delação premiada homologada pela Justiça, o ex-governador Silval Barbosa disse que contribuiu "de forma oculta" com a campanha de Pedro Taques ao governo do Estado em 2014. E que, para isso, usou parte dos "créditos" de propina que tinha a receber do Grupo JBS S/A. "O declarante decidiu repassar as propinas percebidas da JBS S/A para a campanha de Pedro Taques, tendo o declarante, juntamente com Pedro Jamil Nadaf se reunido com Wesley Batista na cidade de São Paulo", disse o ex-governador, na delação. No encontro, Silval relatou ter informado a Batista que pretendia direcionar um terço dos R$ 12 milhões que tinha a receber "de retornos" da empresa para a campanha do então senador pelo PDT. Batista, segundo a delação, disse que já havia ajudado em sua campanha ao Senado "com valores através de uma 'off-shore'" e que poderia "encaminhar os retornos", desde que a negociação fosse "amarrada" com o candidato. "Após tal reunião Pedro Nadaf, juntamente com Alan Malouf (coordenador da campanha de Pedro Taques) foram até a sede do Grupo JBS S/A, em São Paulo, para tratar do assunto com Wesley Batista", disse o ex-governador. Na reunião, segundo Silval, ficou estabelecido que Wesley Batista viria até Cuiabá para "conversar pessoalmente com Pedro Taques". Um encontro que, segundo Pedro Nadaf disse a Silval, acabou ocorrendo. "O Declarante acredita que o valor de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) tenha sido pago, pois o crédito do Declarante perante Wesley de R$ 12.000.000,00 (doze milhões de reais) passou a ser R$ 8.000.000,00 (oito milhões de reais)".

 A  aproximação com a campanha do adversário, segundo Silval, foi intermediada pelo ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) e pelo senador Blairo Maggi (PP), atual ministro da Agricultura. O ex-governador afirmou ter feito pessoalmente um acordo com Taques que envolvia o corte no apoio financeiro à campanha de seu candidato, o petista Lúdio Cabral. Em contrapartida, na versão apresentada por Silval, o então senador se comprometeu a não investigar as gestões de Silval e de Maggi. Silval relatou ter tido algumas reuniões para tratar da questão: duas na casa de Mauro Mendes, uma na casa do empresário Alan Malouf (que sucedeu Mauro na coordenação financeira da campanha de Taques) e outra na chácara do empresário do agronegócio Eraí Maggi, primo do ministro Blairo Maggi (PP). Segundo o delator, Pedro Taques o agradeceu em duas ocasiões, pois percebeu que a campanha petista estava “financeiramente tímida”. O peemedebista disse que, em ocasiões diferentes, Mauro Mendes e Luiz Antônio Pagot pediram ajuda financeira para a campanha de Taques. Ele relatou que Mendes lhe pediu R$ 20 milhões e que chegou a acertar com Pagot, Eraí e Paulo Taques (coordenador jurídico da campanha e primo de Pedro) uma ajuda de R$ 2 milhões de reais e um milhão de litros de combustível. No entanto, Silval disse que não cumpriu o acordo em sua totalidade e não repassou dinheiro para a campanha de Taques, tendo cumprido apenas a promessa de não investir de forma maciça na campanha de Lúdio e articulado o repasse dos "retornos" da JBS.
"NENÉM TÉ MAMÁ!"
DEPUTADO DO INTERIOR DE MT, COM JEITÃO CAIPIRA E CARA DE ANJO, PRENSOU SILVAL E FILHO CONTRA A PAREDE EM BUSCA DE R$ 15 MILHÕES EM PROPINA!


Um vídeo entregue junto a delação de Silval Barbosa mostra o deputado Wagner Ramos (FOTO) chantageando Rodrigo da Cunha Barbosa, filho do ex-governador, para receber R$ 15 milhões. O dinheiro serviria para que os deputados não indiciassem Silval na CPI das Obras da Copa, que investigava fraudes no governo do peemedebista. Além de Wagner Ramos, o deputado Oscar Bezerra também foi citado. O parlamentar teria se reunido com Silval no pátio do Supermercado Big Lar, no bairro Jardim das Américas em Cuiabá, para pedir R$ 15 milhões em propina. Silval se recusou a pagar o valor, mas creditou R$ 200 mil na conta do deputado. A chantagem teria começado quando o então prefeito de Nobres, Edevair Valim, procurou Silval para intermediar a extorsão proposta por Bezerra. “Edevair Valim dizia para o colaborador que o deputado Oscar Bezerra queria receber 15 milhões de reais para que a CPI não prosperasse, sendo que Edevair dizia que Oscar Bezerra falava em nome dos demais deputados integrantes da CPI.”, diz trecho do relatório da delação. Edevair também procurou o filho de Silval, Rodrigo Barbosa, outras 10 vezes para tratar do pagamento da propina. Com avanço do diálogo, o valor da propina foi reduzido para R$ 10 milhões. Foi então que Valim marcou o encontro entre Barbosa e Bezerra no pátio do supermercado. Na época, Oscar Bezerra dizia que Silval ficou com muito dinheiro e que deveria “dividir” com outros políticos. Sob pressão, o ex-governador aceitou pagar R$ 200 mil. O dinheiro foi depositado em uma conta, cujo número foi entregue pelo deputado no encontro. Silval anexou à delação o comprovante do depósito. A tentativa de extorsão ocorreu pouco tempo antes da prisão de Silval. Após a custódia, a chantagem foi concentrada em Rodrigo Barbosa. O filho do ex-governador revelou ter recebido pedidos para pagar R$ 7 milhões aos deputados. “Com a prisão do colaborador [Silval], o seu filho Rodrigo foi procurado pelo deputado Wagner Ramos, que é membro da comissão da CP], pedindo o valor de sete milhões de reais para ‘resolver’ a questão da CP!. Tais valores acabaram não sendo pagos e a pressão parou.”, relata outro trecho transcrito da delação.
"NÃO ERA EU NAS IMAGENS, ERA UM SÓCIA!"
 DESESPERADO COM O FLAGRA DOS MAÇOS DE DINHEIRO NO PALETÓ, PREFEITO CUIABANO CONTRATA ASSESSORES PAULISTAS PARA TIRAR SUA IMAGEM DA LAMA E EVITAR "DECAPITAÇÃO" 


ISOLADO APÓS ESTRELAR FILMETE DE SILVAL BARBOSA, PREFEITO CUIABANO BUSCA SAÍDAS PARA EVITAR A PRÓPRIA "DECAPITAÇÃO"

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB), cuja marca registrada desde que assumiu o Alencastro tem sido a presença maciça nas redes sociais – posição que segundo o próprio Emanuel o aproximava dos cidadãos -, tomou um chá de sumiço depois que foram divulgadas imagens em que ele aparece recebendo “mensalinho” do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Desde a veiculação do vídeo, na última quinta-feira (24), Emanuel fez duas publicações em seu Facebook, negando que tivesse praticado qualquer ato ilícito. Numa delas, chegou a colocar em dúvida a sua presença no filmete produzido por Silval. "Era um sócia", tentou colar tal versão. Não colou. Nesta segunda-feira (28), sua assessoria de imprensa informou que o prefeito não iria usar da estrutura da Secretaria Municipal de Comunicação para falar sobre o caso, uma vez que os fatos seriam anteriores à gestão. No entanto, instantes depois, a mesma assessoria avisou que tão logo tivesse um posicionamento do prefeito informaria através dos canais de comunicação da Prefeitura. Na tentativa de evitar a "decapitação", o prefeito já teria contratado uma assessoria de São Paulo para cuidar da crise de imagem.
"PANÇUDINHO"
EDUARDO BOTELHO, PRESIDENTE DA AL-MT, TAMBÉM "MAMAVA GULOSAMENTE" NO DETRAN, DELATOU IRMÃO DO GOVERNADOR SILVAL

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho(FOTO), é acusado de receber vantagem indevida paga pela empresa FDL, que prestava serviços de gravames de veículos ao Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran/MT). Isso é o que consta na colaboração premiada do empresário Antônio Barbosa, irmão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). “Em meados de 2010, compareceu espontaneamente em seu escritório, um representante do então deputado federal Pedro Henry, indagando se o colaborador Antônio Barbosa tinha conhecimento acerca do retorno da empresa FDL, que prestava serviços de gravames de veículos ao Detran. Antônio Barbosa, então, teve um encontro com o ex-deputado federal, Pedro Henry, que lhe esclareceu detalhes de como funcionavam os serviços prestados pela empresa FDL e como seria feito o pagamento de propina caso ele aceitasse. Na reunião lhe foi explicado que uma empresa de Brasília (FDL) tinha a concessão e repassava a propina através de uma empresa prestadora de serviços em Cuiabá, por meio de laranjas dos políticos beneficiados pelo esquema. Dentre os beneficiados, estavam os deputados estaduais Mauro Savi e Eduardo Botelho, além do ex-deputado Federal Pedro Henry”, diz um trecho documento. Outro desvio no Detran, segundo o empresário, se deu por meio da empresa que gerenciava o sistema de lacre e este era para o deputado Mauro Savi, que se utilizava de uma empresa de consultoria para receber tais valores. Ainda de acordo com ele, os repasses feitos diretamente pela empresa giraram em tomo de R$ 400 a 500 mil, dos quais a metade era repassada pelo colaborador Antônio ao Deputado Mauro Savi, diretamente a ele, em espécie.

COM UM GRANDE CHURRASCO PEDRO TAQUES, ERAÍ MAGGI, SILVAL BARBOSA, PAULO TAQUES E ANTÔNIO PAGOT COMEMORARAM JUNTOS NUMA CHÁCARA O "VELÓRIO E ENTERRO" DE LÚDIO CABRAL 

 A traição de Silval Barbosa a Lúdio Cabral durante as eleições de 2014 foi comemorada em uma chácara de Eraí Maggi, primo do ministro Blairo Maggi, com um grande churrasco. De acordo com a delação do ex-governador, Pedro Taques e Eraí Maggi o agradeceram por não apoiar a candidatura do petista. Foi nesta ocasião que Taques teria afirmado ao ex-governador que não era mais preciso a colaboração de R$ 20 milhões à sua campanha, já que o grupo já havia arrecadado o suficiente. Neste encontro além de Taques, Erai e Silval também estiveram presentes o ex-chefe da Casa Civil, Paulo Taques e Luiz Antonio Pagot. O atual governador reafirma que é adversário político de Silval Barbosa e que nunca teve negócios com ele.
CARA-DE-PAU AO EXTREMO!
  "SILVAL ME DEVIA DINHEIRO E FUI LÁ RECEBER", JUSTIFICA EX-DEPUTADO FLAGRADO POR CÂMERA ESCONDIDA

 O ex-deputado estadual Hermínio Barreto (PR), filmado recebendo MAÇOS DE DINHEIRO  das mãos de Sílvio Cezar Corrêa, ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), divulgou uma nota em que dá a entender que não está completamente convencido de que ele foi mesmo filmado com a mão na massa. “O Jornal Nacional, da Rede Globo, veiculou uma reportagem com imagens, supostamente minhas, recebendo uma certa quantia em dinheiro”, escreveu o ex-deputado. Mas logo a seguir, ele confirma o recebimento, mas diz que não fez nada de ilícito. “Na ocasião, eu estava recebendo parte de uma dívida contraída pelo próprio ex-governador de Mato Grosso. Que fique claro, não se trata de propina alguma", garantiu.
BOM EXEMPLO
 JOVEM VEREADOR MOBILIZA CUIABÁ PARA QUE AJUDE NA "DECAPITAÇÃO" DE EMANUEL PINHEIRO

 O vereador Felipe Wellaton (PV) é um dos que estão articulando a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as acusações contra o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PMDB), flagrado recebendo propina no Palácio Paiguás, durante a gestão de Silval Barbosa (PMDB). Wellaton postou um vídeo na sua página no Facebook (veja abaixo) convocando a população para um ato em frente à Câmara de Vereadores, a partir das 7h30 desta terça-feira (29). "Chega de silêncio, chega da velha política. Seria vergonhoso a Câmara se omitir nesse momento, já que nosso posicionamento é uma resposta aos eleitores. As cenas do prefeito colocando dinheiro nos bolsos nos causa um sentimento de tristeza, de constrangimento. E nos dá a certeza da necessidade que temos de mudar esse tipo de política, de passar as coisas a limpo. Esse vídeo chega a assustar, não é o tipo de coisa do nosso cotidiano, do cidadão de bem", disse. Chega de silêncio, chega da velha política. Seria vergonhoso a Câmara se omitir nesse momento. As cenas do prefeito colocando dinheiro nos bolsos nos causa tristeza Segundo ele, além de seu voto, outros quatro já estão garantidos. Para a instalação da comissão, são necessárias nove assinaturas. "Os vereadores Marcelo Bussiki (PSB), Sargento Joelson (PSC), Diego Guimarães (PP) e Abilio Júnior (PSC) tambem já declararam que irão assinar o requerimento para a CPI. Além deles, outros três parlamentares devem anunciar, ainda nesta tarde, apoio", disse. "Nós cinco somos favoráveis à CPI, porque entendemos que a Câmara tem que se posicionar, não pode se omitir num momento delicado como esse. O comportamento de Emanuel é incompatível com o de um prefeito. Entendemos que houve falta de decoro e isso precisa ser passado a limpo", afirmou.
MAÇOS DE DINHEIRO NO PALETÓ
FALTAM 3 ASSINATURAS DE VEREADORES "SEM RABO PRESO" COM  ROUBALHEIRAS E SAFADEZAS VIGENTES NO ALENCASTRO, PARA QUE A CABEÇA DE EMANUEL PINHEIRO SEJA ATIRADA AOS PORCOS!

Ao menos seis vereadores já estão se mobilizando para assinar, durante sessão plenária de terça-feira (29), o requerimento para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) a fim de investigar o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), flagrado em um vídeo recebendo propina do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). São necessárias nove assinaturas para que a comissão seja instaurada. O vídeo faz parte da delação premiada de Silval, já homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux. Nas imagens, Emanuel aparece recebendo maços de dinheiro e colocando no paletó. O dinheiro, segundo a delação, era referente a um "mensalinho" pago para obter apoio de Emanuel enquanto deputado estadual.Além do autor do pedido de CPI, vereador Marcelo Bussiki (PSB), comprometeram-se a assinar o requerimento os vereadores Abílio Júnior (PSC), Joelson Amaral (PSC), Dilemário Alencar (PROS) e Felipe Wellaton (PV). O vereador Diego Guimarães (PP) ainda estuda a possibilidade de assinar o documento, visto que se encontra licenciado. Nos corredores da Câmara os vereadores já se referem à Comissão Parlamentar como “CPI do Paletó". De acordo com Bussiki, a criação da CPI está baseada no inciso 10º do artigo 4 do Decreto Lei nº 201/67, que dispõe sobre a responsabilidade de prefeito e vereadores, bem como define as infrações político-administrativos ao prefeito, sujeito ao julgamento da Câmara de Vereadores. Dentre elas está a de atuar de modo incompatível com a dignidade do cargo que ocupa. “Não há como nós, vereadores eleitos pelo povo, deixarmos essa situação passar, como se nada tivesse acontecido. Existe uma gravação homologada pelo STF, não é um boato ou mexericos. Todos nós vimos e, por mais que a Justiça esteja fazendo seu trabalho, cabe sim à Câmara de Vereadores tomar uma atitude”, afirmou Bussiki. O vereador acredita que vai conseguir o apoio dos demais vereadores, principalmente devido à pressão popular, já que movimentos sociais planejam uma manifestação para ocorrer durante a sessão plenária. A CPI só é aberta caso o requerimento apresentado por Bussiki tenha nove assinaturas, independentemente de aprovação do plenário. “A CPI vai obrigar o prefeito a se explicar e se defender, pois ele disse que não poderia comentar o caso por estar em sigilo. Mas houve a derrubada do sigilo na semana passada e até agora nenhuma palavra de esclarecimento sobre as imagens. A população não merece que este caso, que é o primeiro na história de Cuiabá, seja jogado para debaixo do tapete. E o pior, com a anuência de 19 vereadores”, encerrou.
SÓ ROUBANDO DIA E NOITE PARA RECUPERAR A FORTUNA INVESTIDA!
 MALUF E NININHO PAGARAM R$ 16 MILHÕES PARA COMANDAR A MESA DA AL-MT

 O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) revelou em sua delação firmada junto ao Ministério Público Federal e homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que o deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) pagou R$ 16 milhões para conseguir ser eleito presidente Da Mesa Diretora da Asembleia Legislativa. O tucano presidiu a Casa de Leis entre os anos de 2015 e 2016. A disputa pela presidência do Legislativo começou logo após as eleições de 2014 com os parlamentares Romualdo Junior (PMDB) e Mauro Savi (PSB) como principais postulantes, de acordo com o ex-governador. Os dois teriam reclamado a Silval que não tinham poder financeiro para capitar o apoio de outros deputados Os dois foram orientados por Silval a unir forças ao invés de disputar o poder um contra o outro, mas ainda no final de 2014, eles teriam entrado em acordo com Maluf e Ondinir Bortoloni (PSD), o Nininho, que aceitaram pagar R$ 16 milhões para assumir a presidência e a primeira-secretaria da Assembleia.
AMIGO DA ONÇA?
 VICE GOVERNADOR CARLOS FÁVARO JÁ ESTEVE GRUDADINHO EM SILVAL BARBOSA


 O ex-governador Silval Barbosa (PDMB) afirmou em sua delação premiada firmada na Procuradoria Geral da República e homologada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) que foi procurado pelo atual vice-governador para auxilia-lo a receber uma dívida de R$ 1 milhão com o atual secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura, Neri Geller (PP). Geller havia emprestado do dinheiro de Fávaro para a campanha eleitoral de 2010 quando disputou uma vaga para deputado federal. Já em 2011, Fávaro e Geller teriam ido pedir ajuda para Silval com o objetivo de saldar o débito, porém o então governador afirmou que não poderia ajuda-los, pois também tinha muitas dívidas. Eles então sugeriram que Silval concedesse incentivos fiscais a uma empresa do ramo de móveis sediado no município de Lucas do Rio Verde e o empresário repassaria dinheiro em espécie para que os dois empresários do agronegócio quitassem o débito de R$ 1 milhão. “Neri e Carlos Fávaro disseram que conheciam um empresário do ramo de móveis chamado Osvaldo Martinello, de Lucas do Rio Verde, sendo que se o colaborador [Silval Barbosa] concedesse incentivo fiscal para as empresas de Martinelli, ele pagaria de propina essa dívida que Neri tinha com Carlos Fávaro” A empresa recebeu o beneficio do Prodeic e quitou a dívida de R$ 1 milhão, o que foi confirmado, de acordo com Silval, por Carlos Fávaro e por Neri Geller. “O colaborador conversou com Neri Geller e Carlos Fávaro, tendo ambos confirmado que o empresário havia pago a dívida com Fávaro e resolvido o problema”. Silva afirmou que não obteve nenhum benefício financeiro com essa operação.