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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Aconteceu agora à noite!
Onda de violência assola Cuiabá e Mato Grosso. Nem ricos e poderosos estão livres

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Deputado federal por Mato Grosso sofre na pele drama vivido por centenas e é rendido por bandidos quando conversava com um delegado aposentado em bairro nobre da Capital
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Vítima de assalto, Eliene Lima leva tiro no joelho e será submetido a cirurgia. Delegado foi ferido na mão e teve um dos dedos decepado
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Acompanhando o caso presidente da AL, deputado José Riva, expõe maiores detalhes








O deputado federal Eliene Lima (foto) foi vítima de um assalto nesta quinta (03) por volta das 19h30 no bairro Boa Esperança, em Cuiabá. Ao ser rendido pelos bandidos, juntamente com o amigo e policial aposentado João Capetinga, o parlamentar foi ferido por uma bala, que atingiu a rótula de seu joelho. Conforme o presidente da Assembleia, José Riva (PSD), Eliene passa bem e segue internado no hospital Ortopédico. “Ele vai ter que ser operado, mas como tem um irmão médico em São Paulo, não decidiu se fará o procedimento aqui ou lá”, conta Riva.

Ainda conforme o presidente da Assembleia e amigo pessoal de Eliene, o deputado está no quarto descansando, não corre nenhum risco e está tranquilo. Conforme Riva, Eliene estava a caminho do clube AABB, quando encontrou o amigo Capetinga e resolveu parar para conversar. Neste momento, eles foram rendidos por 2 assaltantes armados e levados para dentro de casa.

Em meio á ação, os bandidos acabaram disparando contra Eliene e Capetinga. O deputado foi atingido no joelho e o amigo ferido na mão, tendo um dos dedos quebrados. Ambos passam bem. "Eles (assaltantes) pegaram vários pertences e fugiram", comenta o deputado, que não soube especificar o que foi roubado.

O presidente da Assembleia lamenta o fato e avalia que a violência em Mato Grosso é algo cada vez mais preocupante e afeta todas as classes sociais. Ele ressalta que o problema atinge todos os 141 municípios e também outros Estados. "Nossa preocupação é que isso não se resolve a curto prazo. É necessário fazer um investimento maciço em políticas públicas", pontua. Riva observa ainda que a juventude acaba na marginalidade por falta de opção e ao deterioramento da família. "Não se pode culpar apenas o governo", finaliza.


Fonte: Patrícia Sanches e Glaucia Colognesi (RDNews)

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