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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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REDE DE INTRIGAS
Para deputados vaias contra Eder refletem descontentamento da população
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Walter Rabello, por exemplo, disse que Eder Moraes deveria ter mais responsabilidade e procurar outro ramo de trabalho porque por onde passou, no Executivo, só provocou estragos
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Outros parlamentares também não pouparam insatisfação



PAULO COELHO (Hipernotícias)

Mayke Toscano/Hipernotícias

Na avaliação do deputado Percival Muniz (PPS), Eder Moraes não vem respeintando a população

As vaias do público que esteve presente no ginásio Aecim Tocantins, no domingo pela manhã, durante o jogo da final entre Brasil x Argentina pela Copa Sul-Americana de Vôlei, destinadas ao ainda presidente da Agecopa, Eder Moraes, “estão ecoando até hoje pelos palácios” e servem de alerta quanto à condução dos trabalhos referentes à Copa de 2014.

Foi o que declarou o deputado Percival Muniz (PPS), durante discurso na sessão ordinária matutina de quarta-feira, expressando preocupação com o que classificou de “falta de resposta ao povo” quanto ao que de fato está sendo feito em prol da Copa do Mundo em Mato Grosso.

Para o líder do governo na Assembleia, Romoaldo Junior (PMDB), as vaias foram de fato para Eder Moraes e “é um reflexo da popularidade da pessoa, ou seja, se estão vaiando é porque não estão gostando”.

Para o peemedebista a sociedade já está angustiada “com muita conversa e pouca ação, o povo que ver é obras”.

Essa impopularidade citada pelo líder pode estar ligada à superexposição à qual Moraes se submeteu nos últimos dias, principalmente depois que entrou em desavença com o diretor de Infraestrutura da autarquia, Carlos Brito, durante audiência pública na Assembleia , cujo tema era a instalação do modal VLT em Cuiabá e Várzea Grande.

Eder se irritou depois que Brito (que se colocou à ocasião como ‘cidadão comum’) questionou sobre os projetos da Agecopa para a implantação do VLT e, depois disso ( e por isso) pediu a cabeça do diretor ao governador Silval Barbosa (PMDB) que, ao menos oficialmente, ainda não se posicionou sobre o assunto. “Ninguém está garantido”, afirmou recentemente Silval sobre quem dos sete diretores da autarquia será absorvido pela Secopa, a substituta da Agecopa.

Mesmo assim, Eder continuou tomando a dianteira das situações oficialmente não decididas pelo governador, chegando ao ponto de, por exemplo, antecipar que o governo havia optado pelo VLT (em detrimento do BRT) e que Silval teria pedido que ele (Moraes) fosse o condutor da Secopa, declaração que foi desmentida pelo próprio chefe do Executivo em entrevista coletiva esta semana.

“Temos que criar uma secretaria com um secretário normal, aqui não pode ter super secretário, eu acho que o Eder tinha que aparecer menos, não há necessidade dessa super exposição, quem tem que aparece ré o governador ”, repetiu nessa quarta, o presidente da Assembleia José Riva, reforçando declaração dada semana passada ao HiperNotícias.

Também nesta quarta, o deputado Walter Rabello fez coro aos outros deputados, só que com um tom mais crítico.

“O líder do governo pediu outro dia para que o Eder tenha mais humildade e eu já peço para que o Eder tenha a responsabilidade com a sociedade mato-grossense e deixe o lugar onde está e procure outro ramo, pois por onde passa ele dá problema”, apontou Rabello.

Rabello completou dizendo que isso não é oposição a Eder Moraes à Secopa, mas que teria ficado ruim para todos , o fato de o presidente da ainda Agecopa ter sido vaiado no ginásio no último domingo.

Aconteceu em Cuiabá
Advogado é preso ao ameaçar garotas de programa em Motel


O advogado Benedito César Correa de Carvalho, 41, foi preso dentro de um motel, na saída para Chapada dos Guimarães (MT-251), com um revólver calibre 38, escondido no porta-luvas de sua picape L 200.

A prisão ocorreu na noite de ontem (29), por volta das 23h30, após policiais militares receberem a denúncia de que o advogado estava com o revólver e ameaçando duas mulheres, uma de 18 e outra de 20 anos.

De acordo com as informações, uma das mulheres ligou para um amigo, que acionou a PM. Na portaria, o recepcionista indicou onde o advogado estava. Benedito atendeu aos PMs, que revistaram a suíte e nada encontraram. Ao revistarem o carro, no entanto, localizaram a arma.

Aos policiais, as garotas disseram que o advogado as convidou para ir ao motel. Elas estavam num bar, no Jardim Petrópolis, e aceitaram sair para um programa.

No motel, segundo elas, o advogado aparentava estar embriagado e ficou em pânico. Em seguida, discutiu com as garotas, pegou um revólver e se trancou com uma delas no banheiro. A outra, então, pegou o celular e ligou para um amigo, que chamou a PM.

Do motel, o advogado foi levado até o Plantão Metropolitano, onde o delegado plantonista arbitrou fiança, no valor de R$ 2.180,00.

Com o pagamento, ele vai responder pelo crime em liberdade. Em seu depoimento, ele se reservou o direito de falar somente em Juízo.

Grave o estado de deputado
Saúde de Marinho piora e médicos não estão otimistas




  • Secom-AL

    Luiz Marinho sofreu derrame durante banho e foi internado em UTI















O presidente da Câmara dos Vereadores, Julio Pinheiro (PTB), informou que os médicos confirmaram à família do deputado Luis Marinho (PTB) que ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) de grande extensão e, caso sobreviva, deverá ficar em estado vegetativo.

Ainda de acordo com o vereador, os médicos não aconselham a transferência do deputado para São Paulo devido à gravidade do estado de saúde de Marinho.

Em princípio, o AVC não havia sido confirmado aos familiares, que só tiveram a informação na manhã desta quarta-feira (28). Agora, os parentes aguardam o resultado da arteriografia cerebral, exame que irá mapear a extensão lesão sofrida no cérebro do deputado.

Luis Marinho está internado desde segunda-feira (26), quando sofreu duas paradas cardíacas quando estava em casa. Ele está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Jardim Cuiabá. O deputado já estava licenciado para tratamento médico e o estado de saúde dele é considerado grave, conforme o boletim médico divulgado nesta quarta-feira.

Crise no Paiaguás!

Grupo TAF acusa o governo de não cumprir acordos
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Secretário radicaliza e garante que não fará mais concessões ao Grupo TAF


Marcos Coutinho (Olhar Direto)

O secretário de administração, Cesar Zílio, informou agora a pouco que o Estado ‘não tem condições de atender as reivindicações salariais do Grupo TAF’ (Tributação, Arrecadação e Fiscalização).

“A administração pública já concedeu 50% da VI (Verba indenizatória) para as categorias do grupo TAF e não temos, na atual conjuntura, nenhuma condição para fazer outras concessões”, enfatizou Zílio.

De acordo com o secretário, a concessão dos 50% da VI representou, ‘mais ou menos’, um reajuste de 20% dos salários e causou impacto de R$ 70 milhões na folha salarial.

Além dos 50% da VI, os líderes sindicais do Grupo TAF também querem um reajuste de 6,4%, referente às perdas salariais dos últimos anos. “Se o governo conceder o pagamento do restante da VI ou do reajuste as metas ficais assumidas com a Secretaria do Tesouro Nacional ficarão comprometidas”.


Grupo TAF acusa o governo de não cumprir acordos



Os representantes do Grupo TAF (Sinfate e Sinprotaf) realizaram na manhã desta sexta-feira (30) uma reunião no salão de entrada da Secretaria de Fazenda (Sefaz) para reforçar a insatisfação das categorias quanto ao decreto 737/2001, publicado nesta semana pelo Governo do Estado, que prevê a incorporação plena da verba indenizatória ao salário. No ponto de vista dos representantes do grupo, a atitude demonstra um descumprimento de alguns acordos firmados pelo Executivo.

Os sindicalistas explicam que a incorporação da verba ao salário, sem que o Grupo TAF fosse incluso na recomposição salarial de 6,47% efetuada pelo Governo do Estado em maio deste ano, gera uma perda de financeira para a categoria já que é descontado pelo imposto de renda e a previdência.

“O governo não cumpriu totalmente os compromissos firmados com a categoria, pois com a publicação desse decreto nós deixamos de receber para pagar impostos”, afirmou o presidente do Sinfate (Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais), Otacir Nunes da Rosa.

O mesmo posicionamento foi reforçado pelo presidente do Sinprotaf (Sindicato dos profissionais do Tributo de Mato Grosso), Leovaldo Duarte. Ele pontua ainda que até antes da publicação do decreto o governo vinha cumprindo os compromissos estabelecidos, porém acabou ‘quebrando’ o acordo com a categoria. “O governo cumpriu uma parte e descumpriu outra”.

Diante da insatisfação, o Grupo TAF realiza na próxima terça-feira (4) uma espécie de paralisação. Os profissionais vão ocupar o salão de entrada as Sefaz e ficarão reunidos no local das 14h às 17h e no dia seguinte realizam uma Assembleia para discutir a possibilidade de uma greve.

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