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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ely Santantonio
Curto&Grosso

"Coisitas ruíns" que só prejudicam Silval Barbosa

Do Turmadoepa: Enquanto o clima no Paiaguás fica mais árido do que o da cidade, o ordenador de despesas da Secretaria de Assistência Social, Rodrigo de Marchi, lidera um seleto grupo de 12 pessoas da Setas e da SAD que foi participar de congresso sobre licitações, em Salvador (BA). Pretendem emendar o fim de semana. A animada farra custa para o erário a bagatela de 24 passagens mais um tropel de diárias. Enquanto isso, na vida real, tem fornecedor de produto ou serviço de R$ 1 mil que anda tomando mais canseira que doente na fila do SUS. Quando se pede um sacrifício para a sociedade, primeiro tem que se dar o exemplo cortando na própria carne... Outra: O secretário Pedro Nadaf (Sicme) anda se sentindo o rei da cocada preta depois de providencial intervenção na campanha de 2010. Inventou um reino exclusivo para si e elege monasticamente quem são os amigos. Embalado pelo manto diáfano da fantasia, mantém se alheio ao fato do sistema ser republicano. Vai ter que entender na marra que na vida real manda mesmo é quem tem mandato.

Deputado esculhamba com ações da Agecopa

O deputado federal, Nilson Leitão (PSDB), criticou a forma que o governo do Estado está conduzindo as contratações da Agência Estadual de Execução dos Projetos da Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 (Agecopa). De acordo com ele, após as eleições de 2010, a Agecopa se tornou uma espécie de governo paralelo onde emprega grandes figuras da política mato-grossense. “Quando a Agecopa nasceu, estava em uma transição de governo e havia um propósito muito claro, porém com o passar do tempo e após as eleições de 2010, todo mundo que eu encontro na rua e pergunto onde está trabalhando me respondem que estão na Agecopa. Quatro ou cinco diretores comandam a Agecopa, isso é jogar dinheiro fora, é muito emprego em uma agência da Copa do Mundo. Muitos Estados que vão sediar a Copa não possuem uma Agência”, declarou o deputado durante entrevista concedida na manhã desta terça-feira (16.08) ao programa radiofônico “Cidade Independente”. O parlamentar arriscou dizer ainda que há cada três anos de salário corresponde a mais de R$ 1 bilhão que estão sendo jogado fora. “Três anos de salário deve passar a casa de R$ 1 bilhão é só levantar. Exemplo, em uma prefeitura pequena se você colocar dez cargos com salários de R$ 2 mil, ao mês são R$ 20 mil, ao ano vai dar mais ou menos R$ 300 mil – computando 13º salário, em três anos isso já deu R$ 1 milhão. Esse dinheiro a gente não percebe, mas vai embora, porém, é muito difícil achar alguém da Agecopa que ganhe menos de R$ 2 mil”, declarou.






Reizinho
Um exemplo claro e caro de que o secretário vive em outro mundo pode ser medido pela propaganda auto promocional dizendo que nos últimos quatro anos foram criados 30 mil empregos. Por que o corte em quatro anos? Por acaso é o tempo de mandato do governador?



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